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Azeite faz bem à saude

Embora ultimamente os lipídios estejam sendo banidos indiscriminadamente das dietas por serem considerados uma ameaça à saúde, eles não devem ser suprimidos da alimentação, já que cumprem funções vitais no organismo humano.

Existem, porém, três tipos de gorduras: a saturada, a poliinsaturada e a monoinsaturada. A primeira é encontrada em maior proporção nos alimentos de origem animal, no chocolate e na gordura de coco. As melhores fontes de gorduras poliinsaturadas são os óleos vegetais e alguns tipos de peixes. Já a gordura monoinsaturada é encontrada em grande quantidade no azeite de oliva.

Uma pessoa que ingere gorduras saturadas em excesso pode ser vítima de problemas cardiovasculares. As poliinsaturadas não causam o mesmo efeito, mas se oxidam com mais facilidade podendo contribuir para o aparecimento de doenças crônico-degenarativas, como alguns tipos de câncer. As mais saudáveis são as monoinsaturadas, que se consumidas adequadamente não oferecem riscos à saúde.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que do total de calorias consumidas diariamente, 30% devem vir das gorduras, 55 a 60% devem ser provenientes de carboidratos e 10% a 15% fornecidas por proteínas. Segundo a American Heart Association, a proporção adequada de consumo diário para monoinsaturados é acima de 15%, para poliinsaturados até 15% e para os saturados até 10%.

Muitas doenças podem ser minimizadas com a ingestão de azeite de oliva. Estudos recentes mostram que o consumo de azeite de oliva melhora a qualidade de vida e reduz a mortalidade por doenças cardiovasculares. O azeite melhora a absorção das vitaminas A, D. E e k; ajuda na redução das taxas de colesterol no sangue; contribui para diminuição da LDL – fração do colesterol denominada "mau colesterol" e aumento da HDL – conhecida como "bom colesterol"; atua na proteção do estômago e ajuda a controlar a pressão arterial.

O azeite de oliva e os esportes

Os lipídios e os carboidratos são os nutrientes que constituem a principal fonte de energia química usada na atividade física. Os carboidratos são a principal fonte de energia para a atividade muscular. No entanto, as reservas do corpo são poucas. Por isso, é necessário usar as reservas de lipídios para poder continuar a atividade. Em descanso e sob exercício físico moderado, os lipídios são o substrato predominante de energia.

Durante a atividade intensa de curta duração, a contribuição dos carboidratos aumenta. Se a atividade física for prolongada, o consumo de lipídios aumenta gradualmente até 70-80% da fonte de energia.

O exercício físico leva a um aumento de certas enzimas que oxidam gorduras, principalmente as cetonas. Isto explica por que as pessoas que praticam esportes toleram melhor um regime alimentar rico em gorduras do que aquelas que levam uma vida sedentária.

Portanto, é fácil ver porque um regime alimentar variado ou uma alimentação moderadamente alta em gorduras é fundamental para o exercício físico e os esportes que envolvem resistência.

Uma alimentação rica em carboidratos durante o treinamento estimula os músculos a usarem principalmente os carboidratos. Além disso, inibe a indução das enzimas responsáveis pela oxidação dos ácidos graxos e das cetonas, restringindo assim as principais oportunidades de armazenar energia nos músculos.

Uma escolha cuidadosa é necessária para assegurar que os atletas recebam a dose certa de lipídios, tanto em termos de quantidade quanto em qualidade. A escolha da quantidade tem de ser baseada no tipo de atividade física realizada pela pessoa, enquanto que a escolha do tipo de gordura deve estar de acordo com a composição do ácido graxo e o conteúdo de antioxidantes.

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