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Novidades em TV 10/04/2010 Programa em família Os aparelhos de televisão se modernizaram e se integram como acessório poderoso em qualquer ambientação de interiores

No momento de curtir uma boa sessão pipoca ou assistir aos programas favoritos em casa, a televisão é o centro das atenções. Paixão nacional, o aparelho ocupa cada vez mais lugar de honra nas sala e nos caprichados home theaters das residências. Além de incursionar pelo espaço descontraído da varanda. Em ano de Copa do Mundo, as TVs em LCD, plasma, com imagens em full HD, transformaram-se em produtos cobiçadíssimos. Nunca as lojas especializadas venderam tantos aparelhos.

Na lista de prioridades de acessórios para o lar para 2010 encontra-se a aquisição de finíssimas telas em led e recepção de imagem 3D (com uso de óculos especiais), que começam a desembarcar no mercado e que dão ao aparelho maior mobilidade e um apelo estético irresistível na decoração de interiores, como ressaltam o arquiteto Fernando Parrode e o empresário da GR CineAúdio, Gláucio Rocha. Tudo em nome da melhor qualidade da imagem e da sofisticação dos ambientes.

“A televisão não é mais vista como algo feio, desengonçado, grande. É o ponto alto de festas, com a inserção de clipes e musicais. Não causa mais estranheza na decoração de interiores por trazer um design moderno, por ser uma peça estreita, bem fina”, ressalta a arquiteta Cláudia Zuppani.

Desde que desembarcou no Brasil em 1950, a TV de tubo (um enorme aparelho importado inserido num móvel fechado) invadiu o território da sala de visitas para nunca mais sair desse ambiente. Do sinal preto e branco, com imagens cheias de chuviscos, para os aparelhos em cores que permitiram assistir à Copa do Mundo de 1970, até os dias atuais em que a TV se popularizou, a evolução do padrão estético dos aparelhos é incomparável.

Artifícios
Hoje, os televisores integram-se à decoração de uma forma prática e moderna. Há uma dezena de artifícios para deixar o aparelho em evidência ou mais discreto, coordenando-se à linguagem estética que predomina no ambiente. Muitos aparelhos já são usados em exposição diretamente na parede. “Não se limitam mais a aparecer como uma imagem estática”, observa o arquiteto Augusto Thomé. Só não vale misturar na mesma parede a TV e obras de arte. Corre-se o risco de criar-se uma ambientação visualmente confusa. Abre-se exceção, depois de um bom projeto, se o espaço for generoso para a exibição de gravuras e fotos, porém jamais próximos do aparelho.

Mobilidade
Um dos jeitos modernos de usar a TV é colocá-la diretamente na parede, com suportes fixos e articulados. Nesse caso, a liberdade de decorar permite compor o aparelho com vários tipos de revestimento, a exemplo de um painel em madeira (que esconderá toda a fiação e que valorizará as formas limpas da peça). O recurso da tecnologia wireless entrou no cenário das residências para eliminar rolos de fios que ficavam escondidos no home teather. Mas não há restrições a se deixar os mesmos fios visíveis, seguindo uma proposta contemporânea de deixar a casa sem amarras, numa estrutura viva e em permanente construção.

Mas é preciso tomar cuidado: corra de papéis de parede estampados, com grafismos, geometrismos, em composição de fundo para o aparelho. Eles podem confundir e atrapalhar o recebimento da informação. Quanto mais neutra a parede for, melhor. Também pinturas de impacto, em tons fortes, não são bem-vindas. Texturas discretas são sempre a melhor pedida para receber um moderníssimo aparelho de TV. Outra solução bacana é dispor o aparelho sobre qualquer móvel de madeira, mais baixo, tipo rack, incorporando-o ao ambiente de maneira despretensiosa.

As estantes também se modernizaram e recebem, sobrepostas ou incorporadas às prateleiras, as modernas LCD, com suas imagens de alta resolução. Uma tendência que ganha terreno na decoração de estantes é abrigar múltiplas funções e equipamentos no mobiliário. Esparramar-se no sofá e assistir seu programa favorito na TV, sonho de consumo de milhares de brasileiros, ganhou versões bem mais confortáveis. A escolha é sua.

NOVIDADES TÉCNICAS:

n Há no mercado TVs com espessura de 3 cm, polegadas de 32 a 55 polegadas. É aguardada com expectativa a chegada das versões de 1 cm, semelhantes a um papel. Atualmente este tipo de espessura é comercializado nos aparelhos à venda no Japão.

 Para o home já é possível encontrar TVs de 55 polegadas, LCD de 65 polegadas e de plasma com até 106 polegadas, caso o ambiente tenha medidas generosas.

 Nos quartos, os mais indicados são os aparelhos de 32 a 55 polegadas. Isso, também, se o espaço for amplo. Nos banheiros, a recomendação é usar TVs de 20 a 26 polegadas.

 As distâncias adequadas para assistir TV deitado no sofá, recostado em poltronas ou em pufes e almofadas dependem do tamanho do ambiente.

 Tela muito grande costuma causar desconforto visual e até enjoos em ambientes pequenos.

 Para garantir conforto visual na recepção da imagem, a recomendação é de que o olho humano deverá estar entre 3 e 5 metros de distância da TV.

 Se o aparelho estiver em cima de um rack não há necessidade de se preocupar com eletrodutos e fiações, pois usualmente a TV estará ligada embaixo, no nicho do mobiliário.

 Quando fixada na parede, os especialistas indicam utilizar caixas a 30 cm do piso interligadas com mangueiras de 1 a 1,50 polegadas. Só assim podem ser conectados a cabos de High Definition Multimidia Interface (HDMI).

 O tom de preto no aparelho de TV é imbatível. Mas há quem já arrisque a experimentar tons dourados, vermelhos, prateadas e as moderníssimas ambilight, que emitem luz de trás de acordo com a cor da imagem.

Foto: A clássica dobradinha preto e branco predomina neste cenário em que a TV LCD, inserida num suporte cromado, é a vedete da cena. O home superequipado garante comodidade e entretenimento de altíssima qualidade. Proposta da arquiteta Cláudia Zuppani

Fonte - O Popular/Margareth Gomes

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